sexta-feira, 22 de outubro de 2021

Agenda Semanal VIII (22 a 24 de Outubro)

     Agenda Semanal VIII

22 a 24 de Outubro de 2021


Foto: ARB Boa Esperança

Campeonato Nacional da III Divisão de Seniores Masculinos FPF

1ª Fase - 4ª Jornada

Série D





Divisão de Honra Distrital de Seniores Masculinos AF Coimbra

1ª Fase - 5ª Jornada




Divisão de Honra Distrital de Seniores Femininos AF Coimbra

3ª Jornada




Campeonato Distrital de Juniores Masculinos Sub'20 AF Coimbra
5ª Jornada




Campeonato Distrital de Juvenis Sub'17 AF Coimbra

5ª Jornada



Campeonato Distrital de Iniciados Sub'15 AF Coimbra

5ª Jornada



Campeonato Distrital de Infantis Sub'13 AF Coimbra

3ª Jornada




Torneio Distrital de Benjamins Sub'11 AF Coimbra

3ª Jornada



"É um clube mais exigente em termos de organização e logística, mas o futsal em Coimbra e no geral, precisa de mais clubes a funcionar assim. "

 Prosseguimos esta sexta-feira com mais uma entrevista da nossa rubrica procurando aproximar ainda mais a família São João.

Avançamos com a Márcia Magalhães, recém-chegada ao seio da família Centro Social de São João.
Uma conversa relaxada e que dá a conhecer um pouco mais a nossa nova treinadora que promete contagiar todos os que a rodeiam com a sua dedicação, comprometimento e competência.



1.Para quem não conhece, como é a Márcia enquanto treinadora? 

Sou uma treinadora que vejo uma equipa para além das rotinas dos jogos e treinos. Transmito que uma equipa também se forma pelos momentos fora do campo, quer no balneário, quer nos grupos sociais que há fora do treino, com jogadores e até os grupos dos próprios pais. Tento sempre formar um grupo antes de formar uma equipa desportiva, um grupo de amigos, com regras e com princípios que partilham o gosto por uma modalidade. Tento fazer-lhes ver que todos são importantes e que o grupo precisa de todos. E só depois desta base estar formada penso em treinar uma equipa para atingir um objetivo desportivo, seja ele qual for. Alio muito a “brincadeira” à aprendizagem. Acho mais benéfico e facilitador aprender num ambiente e contexto de descontração e no que toca a este ponto, todos os meninos e meninas que foram treinados por mim sabem que há momentos para tudo, nos treinos e nos jogos, e como lhes digo sempre, eles é que definem a confiança que lhes é dada. 

Em relação ao treino/jogo, sou uma treinadora apologista de que a decisão é tomada pelo jogador. Sendo ela, aos meus olhos, a mais correta ou não. Depois entra o papel de formador/treinador: fazer ver ao jogador que teria outra opção e com o passar das ações, sentir que toma decisões cada vez mais benéficas e acertadas.

Quando treino escalões mais novos (petizes/traquinas), o facto de ser professora de atividade física e desportivo do 1º ciclo também faz com que consiga adquirir diversas estratégias de ensino-aprendizagem e remete-las para a área o treino, sabendo que não podemos lidar com todas as crianças de igual forma.

 


2. Quando é que percebeste que estava na altura transmitires os teus conhecimentos enquanto jogadora a jovens atletas, tornando-te treinadora? 

Nunca teve um deadline. Desde nova que concilio as duas vertentes. Comecei em 2013, juntamente com o meu irmão, nos petizes do ribeirense. Desde essa altura que estou na modalidade como treinadora e jogadora. Logicamente que acaba por ser mais fácil transmitir conhecimento sendo jogadora. Como jogadora sei que há exercícios e rotinas mais motivantes, então tento transmitir isso para a vertente de treinadora. Se não gosto de algo como jogadora, não vou passá-la para os jogadores, como treinadora. É como colocar um jogador em diversas posições. Um jogador que não seja pivô e passe pela posição, vai saber como gosta de receber a bola. Então quando tiver a jogar a ala, já vai colocar a bola da maneira como gostava de recebê-la.  Por razões óbvias, este ano algo teve que ficar para trás e foi a vertente de jogadora, talvez quando os dias passarem a ter mais de 24horas, consiga voltar.

 


3. Como surgiu a oportunidade de ingressares na família São João?

A oportunidade não surgiu pelas melhores razões. Foi através de um desacato com o clube anterior, no entanto, como se costuma dizer “Há males que vêm por bem”. 

No dia a seguir a terminar a minha ligação com o clube, surgiu o convite em ingressar esta família, e num dia tinha a resposta dada. O grupo que me foi sugerido ficar também pesou na decisão. Maior parte jogadores frequentaram as escolas onde trabalho, já me eram todos conhecidos, inclusive a Catarina e o David foram meus alunos. É uma equipa que foi adversária durante 3/4 anos, anos em que partilhámos sempre resultados na escola, nos intervalos, no ATL… e chegou a altura de passar para o lado deles.

 


 4. Como estão a ser estes primeiros meses de São João? Que principais diferenças encontras? 

Sem dúvida que precisava desta mudança e surgiu no momento certo! Vamos no segundo mês, mas até ver está a ser favorável. É um clube mais exigente em termos de organização e logística, mas o futsal em Coimbra e no geral, precisa de mais clubes a funcionar assim. Há diferenças também em termos de partilha de ideias. Temos um grupo onde todos os treinadores partilham tudo do seu escalão, o que vem desmistificar o conceito fechado do treino e inovar o conceito de partilha. O objetivo é haver partilha de exercícios e de diferentes formas de trabalhar. O processo de certificação vem dar um empurrão no ponto da organização e a meu ver, a candidatura a entidade formadora devia ser, a curto prazo, obrigatória para todos os clubes. 

 

5. Para além de Treinador de Futsal és também Treinadora de Futebol, vês diferenças nos comportamentos dos jovens praticantes? 

Sim, a relação com bola é diferente. A própria bola do futsal até aos sub11 é mais pequena. No futsal têm mais contacto com a bola, devido ao tamanho do campo e ao número de jogadores, não têm tanto espaço para conduzir a bola, o que faz com que tenham de pensar mais rápido, tendo consequentemente menor margem de erro. Havendo mais contacto com a bola faz com que evoluam com mais facilidade a parte técnica. Por experiência própria, a adaptação de um jogador do futsal para o futebol é mais fácil do que do futebol para o futsal. Mas felizmente, no futebol cada vez mais se aposta em encontros de formação em formato de jogos reduzidos, o que faz com que consigamos trabalhar olhar mais para a parte técnica dos praticantes.

Por vezes questionam-me como dá para tudo. Não há ciência nem fórmula: tenho de abdicar ainda mais de algumas coisas a nível pessoal. Mas com organização tem sido possível. Quando gostamos do que fazemos é sempre mais fácil. Infelizmente um dia vou ter que optar por uma modalidade…

 


6. Por enquanto, estás ligada como treinadora aos escalões de formação, imaginas o teu percurso com escalões mais altos ou preferes estar na formação? 

Esta época é a primeira vez que treino sub13. Estou ligada a escalões mais altos, mas na vertente feminina (seleções distritais). O meu percurso, sem dúvida, que gostaria que fosse nos escalões de formação, mas tal como há um ano comentava que não queria passar de sub11 e agora estou com sub13, com o tempo também posso mudar os objetivos e querer ir mais além. No entanto dá-me um “gozo” enorme ver a evolução dos atletas, a relação com bola, o drible… Queremos todos ver Ricardinhos e Ronaldos, ficamos “doidos” quando vemos uma finta de outro mundo, mas os treinadores são os primeiros a cortar a criatividade aos jovens atletas. Infelizmente, a magia do drible perde-se cada vez mais e é algo que me deixa triste. Se na escola temos 12 anos para completar o ensino obrigatório, por que razão queremos ensinar tudo de uma vez a um jovem atleta? As etapas de formação não podem ser queimadas. E é por gostar desta alegria e magia que me mantenho nos escalões de formação. 

 

7. Tanto o futebol como o futsal são vistos como “um mundo de homens”, sentes isso na pele? Sentes que não valorizam o teu trabalho de treinadora por seres mulher? No que diz respeito à evolução deste estigma, desde que começaste a jogar até ao momento, o que mudou? 

Por acaso, nunca senti isso diretamente. Sei que há comentários, quando veem que a equipa adversária tem uma treinadora, mas com o passar dos tempos isto vai mudando. E é muito graças a nós mulheres, que afirmamos o nosso lugar e provamos que o futsal/futebol não é um desporto de homens. 

De ano para ano este estigma vai desaparecendo. A criação da 2ªDivisão nacional de futsal veio acrescentar uns degraus na modalidade. Cabe também às associações e à Federação continuar a apostar no feminino. Nós jogadoras fazemos o nosso trabalho, mas precisamos de apoio e que confiem em nós. No entanto desde que comecei a jogar até à data, a evolução é notável, basta ver, por exemplo, as seleções nacionais das camadas jovens, há 10 anos era impensável conseguir fazê-lo.

  


8. Quem é o teu treinador modelo e porquê? 

A nível nacional, sem dúvida que é o Nuno Dias. É aquilo a que chamamos “equipa à imagem do treinador”. Fala com tranquilidade, é assertivo, é educado, responde sempre curto e direto. Transmite para fora que a equipa é unida e que trabalham todos no mesmo objetivo. A “imagem do treinador” é algo que tento sempre construir, uma equipa com princípios, valores e com fair-play. Na formação nem sempre é fácil, é um caminho a longo prazo e nem todos temos a capacidade para tal.

A nível mais pessoal, é o meu irmão. Grande parte do que sou hoje como pessoa e treinadora devo-lhe a ele. Os ensinamentos, as visões do treino, os conselhos… Não há um almoço de família que não se fale dos treinos ou dos jogos ao fim-de-semana. É rara a chamada telefónica em que um dos temas não seja futebol/futsal.

 


9. Por fim deixa uma palavra para os nossos sócios e simpatizantes e para os adeptos da modalidade em geral.

Não deixem de apoiar o nosso futsal. Acompanhem as equipas desde a formação à equipa sénior e nunca esquecer que o clube precisa de todos nós. Com o regresso do público, apareçam no pavilhão e acompanhem os jogos. 

A nossa modalidade é realmente incrível e os adeptos fazem parte da estrutura de qualquer equipa. Cabe a nós, fazer com que o futsal evolua.

quinta-feira, 14 de outubro de 2021

Agenda Semanal VII (15 a 17 de Outubro de 2021)

    Agenda Semanal VII

15 a 17 de Outubro de 2021


Foto: João Terrível/Clube Domus Nostra



Campeonato Nacional da III Divisão de Seniores Masculinos FPF

1ª Fase - 3ª Jornada

Série D





Divisão de Honra Distrital de Seniores Masculinos AF Coimbra

1ª Fase - 4ª Jornada





Divisão de Honra Distrital de Seniores Femininos AF Coimbra

2ª Jornada



Campeonato Distrital de Juniores Masculinos Sub'20 AF Coimbra
4ª Jornada




Campeonato Distrital de Juvenis Sub'17 AF Coimbra

4ª Jornada



Campeonato Distrital de Iniciados Sub'15 AF Coimbra

4ª Jornada




Campeonato Distrital de Infantis Sub'13 AF Coimbra

2ª Jornada




Torneio Distrital de Benjamins Sub'11 AF Coimbra

2ª Jornada

sexta-feira, 8 de outubro de 2021

"Para todas as raparigas que gostam de jogar à bola mas que têm vergonha ou que alguém lhes diz que não podem porque são raparigas: experimentem e nunca desistam!"




Prosseguimos esta sexta-feira com mais uma sessão de entrevistas descontraídas procurando aproximar ainda mais a família São João.
Avançamos com a rubrica com três das nossas craques femininas: Renata (Iniciados) e a Catarina e a Duda (Infantis) todas elas com já várias épocas de Centro Social de São João ao peito.
Uma conversa relaxada e que dá a conhecer um pouco mais as três craques.



·      Começando pelo início como se proporcionou o teu ingresso no CSSJ?

Renata Caeiro: Desde pequena que já gostava de jogar à bola, entretanto tinha um primo que jogava no CSJJ e na altura o clube tinha seniores femininos e percebi que também poderia vir a jogar, logo decidi experimentar.

Catarina Bastos: O meu ingresso no CCSJ foi por o meu irmão já ser jogador de futsal nesse clube. Sempre gostei de jogar à bola desde pequena.

Maria Eduarda: Eu comecei com 6 anos, não foi muito difícil me adaptar, pelo contrário foi fácil, naquele momento estava nervosa porque não conhecia quase ninguém e como era rapariga era um pouco mais difícil.

 



·      Porquê o Futsal?

Renata Caeiro: É um pouco difícil responder a esta pergunta, especialmente porque comecei a jogar muito cedo –com 5 anos -  e nessa altura não me via a jogar futebol, por isso optei pelo futsal, que agora entendo como sendo um jogo muito calculista e que não são apenas 5 jogadores a meter uma bola numa baliza, exige muita cabeça. Além disso Portugal tem feito conquistas históricas nesta modalidade e isso motiva-me.

Catarina Bastos: Escolhi o futsal porque quando via o meu irmão a jogar gostava muito de ver e comecei a gostar de jogar.

Maria Eduarda: Eu escolhi o futsal porque é um jogo que gosto desde pequenina, é um desporto incrível e sinto-me bem a jogar.


 


·      O que é que o futsal te faz sentir?

Renata Caeiro: Faz-me abstrair do exterior, dos problemas ou mesmo da escola, naquele momento sou apenas eu, a minha equipa e a bola e nada de fora interfere.

Catarina Bastos: O futsal faz-me sentir muito feliz principalmente quando jogo.

Maria Eduarda: O futsal faz-me sentir livre, ajuda-me a mostrar que o deporto não é só para homens e que as mulheres têm muita capacidade para jogar. 




·      É fácil conciliar a escola e a prática de desporto, neste caso o futsal?

Renata Caeiro: Nem sempre, às vezes é dificil conciliar tudo porque há dias que saio tarde da escola, com muitos TPCs para fazer e ainda tenho treino, para não falar dos fins de semana em que às vezes é preciso estudar e tenho jogos. No entanto é algo que não me importo e com organização e força de vontade tudo se faz. 

Catarina Bastos: Sim é fácil de conciliar a escola e a prática do desporto.

Maria Eduarda: Sim eu gosto muito da escola e do futsal, nos dias de treino chego a casa e faço logo os T.P.C para depois já estar mais descansada e no dia a seguir estou muito bem disposta e faço o meu dia a dia. 



·      Sendo rapariga, num desporto maioritariamente de rapazes, quais as maiores dificuldades, se é que as sentiste, até agora?

Renata Caeiro: Neste momento não sinto essas difiuldades porque estou inserida neste grupo há muitos anos e já temos todos uma idade e uma mentalidade um bocado diferente; no entanto,no ínicio, quando comecei a praticar haviam mais 2 raparigas a jogar então não foi muito dificil, mas depois elas sairam e acabei por me sentir um pouco excluída porque eu achava que como era rapariga não tinha tantas capacidades como os rapazes, e isso fez-me trabalhar o dobro para mostrar que também merecia estar ali, não só para provar aos outros mas principalmente a mim própria. 

Catarina Bastos: As maiores dificuldades foi ao início que ninguém me passava a bola, mas ao passar do tempo foi melhorando e já me passam a bola.

Maria Eduarda: Nenhumas, o futsal para mim é um desporto tanto masculino como feminino, claro que sempre tive mais rapazes na equipa mas isso não deixou com que eu não pudesse seguir o meu sonho de jogar futsal.




·      Já sentiste algum tipo de discriminação de colegas de equipa ou de outras equipas por seres rapariga?

Renata Caeiro: Pelos meus colegas de equipa nunca, apesar de eles serem rapazes e eu a única rapariga eles sempre foram muito simpáticos comigo dentro e fora das 4 linhas. Por parte de outras equipas, especificamente por claques dessas, já ouvi alguns comentários negativos e insultuosos por ser rapariga.

Catarina Bastos: Não isso nunca aconteceu, mesmo sendo rapariga sempre me respeitaram.

Maria Eduarda: Não, como já disse sempre me trataram bem e é uma questão de habituação porque ao longo do tempo, vamo-nos conhecendo e habituamo-nos. 




·      Vês-te a jogar futsal durante muito tempo?

Renata Caeiro: Sim, tenho alguns objetivos e pretendo concretizá-los.

Catarina Bastos: Sim, eu gosto muito de jogar e vou tentar jogar até ao fim.

Maria Eduarda: Sim, futsal é uma coisa que eu adoro e quero jogar por muitos mais anos.




·      Desde que começas-te no futsal quem foi a pessoa que mais te marcou?

Renata Caeiro: Prefiro não responder a esta questão.

Catarina Bastos: Desde o início quem me marcou mais foi o meu primeiro treinador que me ensinou que sei hoje de futsal.

Maria Eduarda: A pessoa que mais me marcou até agora foi o Leandro Costa que foi o meu primeiro treinador e quem me ajudou muito no começo e a habituar-me.




·      Como analisas o teu percurso no CSSJ? 

Renata Caeiro: No geral acho que foi um percurso positivo onde tenho vindo a evoluir e a aprender ao longo dos anos, mas não vou mentir, nem sempre foi fácil e houve alturas em que me apeteceu desistir. No entanto é algo que me trará sempre boas recordações.

Catarina Bastos: Foi um percurso normal, com muitas melhorias e com muitas aprendizagens que não vou esquecer.

Maria Eduarda: O meu percurso até agora foi muito bom e espero que continue.




·      Quais os teus desejos/ambições para o futuro do ponto de vista desportivo e académico?

Renata Caeiro: A nível desportivo o objetivo é continuar a evoluir e chegar o mais longe possível, crescendo também enquanto pessoa. A nível académico pretendo continuar os estudos, no futuro tirar um curso superior e se possível conciliar ambas as coisas. 

Catarina Bastos: Quero continuar quer a nível desportivo quer a nível académico até onde a minha vida me proporcionar.

Maria Eduarda: Um desejo é ser uma das melhores jogadoras do mundo e vou trabalhar para isso e tenciono ser fisioterapeuta.

 



·      Para ti o que significa o Centro Social de São João?

Renata Caeiro: Para mim é uma 2ª família, uma 2ª casa, foi onde passei e passo muito tempo das minhas semanas e independentemente do que o futuro reservar vai ser sempre o clube que me fez crescer enquanto jogadora e enquanto pessoa e terá sempre um lugar muito especial na minha vida. 

Catarina Bastos: Para mim o Centro Social de São João é um sítio onde me sinto bem, onde tenho e amigos e onde vou ser muito feliz.

Maria Eduarda: Para mim o Centro Social São João é um sítio muito importante e marcante na minha vida porque foi onde comecei a minha carreira e a fazer o meu desporto favorito.



·      Por fim deixa uma palavra para os nossos sócios e simpatizantes e para os adeptos da modalidade em geral.

Renata Caeiro: Para os sócios e simpatizantes: é uma honra representar o CSSJ.

O futsal é uma modalidade que tem vindo a crescer muito nos últimos anos e cada vez mais o estereótipo de que é apenas um desporto para rapazes está a diminuir, pelo que o importante é nunca desistir e continuar a lutar pela igualdade que merecemos. Para todas as raparigas que gostam de jogar à bola mas que têm vergonha ou que alguém lhes diz que não podem porque são raparigas: experimentem e nunca desistam. 

Obrigada!

Catarina Bastos: Obrigado por todo o apoio e por nunca desistirem de nós!

Maria Eduarda: Se gostas do futsal, vem jogar, vem experimentar e confia em ti porque acima de tudo estás a fazer uma coisa que gostas e dá-te muita confiança e alegria coisas que são uma ajuda na nossa vida.

Agenda Semanal VI (08 a 10 de Outubro)

   Agenda Semanal VI

08 a 10 de Outubro de 2021





Campeonato Nacional da III Divisão de Seniores Masculinos FPF

1ª Fase - 2ª Jornada

Série D





Divisão de Honra Distrital de Seniores Masculinos AF Coimbra

1ª Fase - 3ª Jornada




Divisão de Honra Distrital de Seniores Femininos AF Coimbra

1ª Jornada


Taça Distrital de Seniores Femininos AF Coimbra

Quartos-de-Final



Campeonato Distrital de Juniores Masculinos Sub'20 AF Coimbra
3ª Jornada




Campeonato Distrital de Juvenis Sub'17 AF Coimbra

3ª Jornada



Campeonato Distrital de Iniciados Sub'15 AF Coimbra

3ª Jornada




Campeonato Distrital de Infantis Sub'13 AF Coimbra

1ª Jornada




Campeonato Distrital de Benjamins Sub'11 AF Coimbra

1ª Jornada

terça-feira, 5 de outubro de 2021

Agenda Semanal V (05 de Outubro)

   Agenda Semanal V

05 de Outubro de 2021


Foto: CS São João




Taça de Honra de Seniores Masculinos AF Coimbra

Finais




Taça Distrital de Seniores Masculinos AF Coimbra

Oitavos-de-Final




Campeonato Distrital de Juniores Masculinos Sub'20 AF Coimbra
2ª Jornada




Taça Distrital de Juvenis Sub'17 AF Coimbra

I Eliminatória



Taça Distrital de Iniciados Sub'15 AF Coimbra

I Eliminatória